Estrias, é possível tratar! | By Vilma Natividade

Estrias é uma afecção que tem sido estudada há muitos anos. Estrias no início são avermelhadas, depois esbranquiçadas e abrilhantadas (nacaradas). Demonstram uma fenda da pele, indicando um desequilíbrio elástico, surgem devido a perda da capacidade de síntese dos fibroblastos e alteração na estrutura do tecido conjuntivo, do colágeno, da elastina e das fibras de fibrilinas.

Os fatores da gênese das estrias: Fatores genéticos, Fatores mecânicos, Fatores hormonais e bioquímicos.

A linha Lipo Redux da BIOAGE proporciona efetividade nos resultados e trouxe muita facilidade para o tratamento das estrias devido sua facilidade de permeação associado a um mix de ativos potencializadores. O DNA Tecnológico (Tecnologia Bio-Nano Slim) facilita a interação do produto com a pele e os produtos são ricos em ativos que facilitam meu trabalho na aquisição de resultados. A Powerdose Antiestrias é peça chave em meus tratamentos para estrias pois contém ativos essenciais na recuperação da pele – não tem como não obter resultados.

É um Serum Ultraconcentrado rico em Glyco Repair, OPC, Ácido Hialurônico, Elastonyl e Regestril, essa combinação fornece ao tecido tudo que é necessário para reparação das estrias. Glyco Repair acelera a capacidade de migração dos fibroblastos e queratinócitos, garantindo uma reparação mais rápida da derme e epiderme danificada, ideal para ser utilizado pós-microagulhamento em casos de estrias alba. Regestril é fundamental para o tratamento e muito eficaz em estrias albas, vermelhas e nacaradas por seu efeito antagonista ao efeito destrutivo das enzimas proteolíticas, e por estimular a neossíntese das macromoléculas matriciais.

Não podemos esquecer do preparo da pele, que é etapa fundamental. Gosto de iniciar o tratamento usando o protocolo Glycolic Active, para promover afinamento e facilitar os resultados, onde a estrela é o ácido glicólico. Após ele, entro com a Powerdose Antiestrias, o resultado é muito positivo e minhas clientes ficam sempre felizes.

* Por Vilma Natividade, especialista em fisiologia humana pela Faculdade de Medicina do ABC, mestre e doutora em Ciências pela FMABC e pela Unifesp. É docente da Universidade Anhembi Morumbi e pesquisadora do Laboratório de Pesquisa da FMABC